The High Costs of Renewable Portfolio Standards

A “renewable portfolio standard” is a rule that a certain percentage of electricity generation needs to come from renewable sources.  Such rule have been spreading in popularity. But Michael Greenstone and Ishan Nath argue in “Do Renewable Portfolio Standards Deliver?” that they are an overly costly way of reducing carbon emissions (Becker Friedman Institute, University of Chicago, April 21, 2019). As they explain in the Research Summary (a full working paper is also available at the link):

“29 states and the District of Columbia have been successful in passing Renewable Portfolio Standards (RPS), which require that a percentage of the electricity generation come from renewable sources. These programs currently cover 64 percent of the electricity sold in the United States. 2. Until now, studies have suggested that RPS programs only marginally increase electricity costs, because they have only examined differences in the costs of generation. These studies fail to fully incorporate three key costs that the addition of renewable resources impose on the electricity system: 1) The intermittent nature of renewables means that back-up capacity must be added; 2) Because renewable sources take up a lot of physical space, are geographically dispersed and are frequently located away from population centers, they require the substantial addition of transmission capacity; and 3) In mandating an increase in renewable power, baseload generation is prematurely displaced, which imposes costs on ratepayers and owners of capital.”

Their research design is straightforward. They compare states with and without RPS policies, using data over the quarter-century from 1990-2015. They find that the Renewable Portfolio Standards do increase the use of renewables in the generation of electricity, but at a cost.

Seven years after legislation creating an RPS program, retail electricity prices are 11 percent higher on average (1.3 cents per kWh), or about $30 billion annually across the 29 states. Twelve years afterward, prices are 17 percent higher on average (2 cents per kWh). In total, seven years after the start of the programs, consumers in the 29 RPS states paid $125.2 billion more for electricity than they would have in its absence. … In states with RPS policies, renewables� share of generation increased about 1.8 percent seven years after passage, and 4.2 percent twelve years afterwards. These figures are net of renewable generation that was already in place at the time an RPS was implemented.

Even the most ardent advocates of reducing carbon emissions should desire to do so at the lowest practical cost. By that standard, the Renewable Portfolio Standards have not been a success. Greenstone and Nath write:

In increasing the share of renewable generation, the states with an RPS policy saved 95 to 175 million tons of carbon emissions seven years after the start of the programs. This was driven by a decrease in the carbon intensity of electricity supply in RPS states. However, this study finds that the cost of reducing carbon emissions through an RPS policy is more than $130 per ton of carbon abated and as much as $460 per ton of carbon abated�significantly higher than conventional estimates of the social and economic costs of carbon emissions. For example, the central estimate of the Social Cost of Carbon (SCC) tallied by the Obama Administration is approximately $50 per ton in today�s dollars. A second point of comparison comes from the cost of abating a metric ton of CO2 in current cap-and-trade markets in the US: it is about $5 in the northeast�s Regional Greenhouse Gas Initiative (RGGI) and $15 in California�s cap-and-trade system.

For the record, because we live in a time when people obsess over the potential bias of researchers, Greenstone has been, among a number of other professional affiliations, “Chief Economist for President Obama�s Council of Economic Advisers, where he co-led the development of the United States Government�s social cost of carbon.” Nath is a PhD student at the University of Chicago.

For discussion of cost-effective ways of reducing carbon emissions, a useful starting point is Kenneth Gillingham and James H. Stock. 2018. “The Cost of Reducing Greenhouse Gas Emissions.” Journal of Economic Perspectives, 32 (4): 53-72.

Pedro Coelho comenta reunião entre seu pai e o ex-prefeito Cirilo Pimenta

Indagado por Fabiano Barros, no Ceará em Pauta, o médico Pedro Coelho, pré-candidato a prefeito de Quixeramobim, comentou a reunião ocorrida entre seu pai Rômulo Coelho e o ex-prefeito Cirilo Pimenta. Os dois foram responsáveis pela polarização da política local nas últimas duas décadas, no município.

Para acompanhar o programa completo clique no link: https://www.youtube.com/watch?v=5b1kXrjJB2Q

Justiça autoriza quebra de sigilo fiscal do Ministro do Meio Ambiente

A Justiça de São Paulo determinou a quebra do sigilo fiscal e bancário do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A decisão foi tomada por conta de um inquérito que apura suspeita de enriquecimento ilícito na época em que Salles era secretário estadual de São Paulo.

Segundo o inquérito, o patrimônio de Salles saltou de R$ 1,4 milhão em 2012 para R$ 8,8 milhões em 2018. Segundo a Justiça, é um crescimento incompatível ao cargo que o atual ministro exercia na época. Nesse período, Salles foi secretário particular e secretário de Meio Ambiente do governo de Geraldo Alckmin.

Por meio da assessoria de imprensa, Ricardo Salles negou a suspeita de enriquecimento ilícito. Ele disse que declarou todos os seus rendimentos e bens e que não tem nenhum receio acerca da análise de seus dados. (Do Congresso em Foco)

Homem é preso suspeito de matar a própria mãe a pauladas

Um homem de 34 anos foi preso em flagrante momentos após matar a própria mãe a pauladas dentro da residência que eles moravam no município de Itapajé, no interior do Ceará, na tarde desta sexta-feira (22).

De acordo com nota da Polícia Militar, agentes de segurança foram até o local do crime e prenderam o suspeito, identificado como Antônio Moreira da Silva.

No momento da prisão, segundo a polícia, o suspeito estava desorientado. Ele foi encaminhado a um hospital na região para fazer exame de corpo de delito, no qual foi constatado pelo médico o uso de substância entorpecente.

Antônio Moreira da Silva foi levado para a Delegacia Regional de Itapipoca, onde foi autuado por homicídio. O suspeito já tinha antecedentes criminais por violência doméstica. (Do G1-CE)

Dez cabeças de gado furtadas no interior do Ceará são recuperadas pela Polícia

Dez cabeças de gado que haviam sido furtadas em Iguatu, no interior do Ceará, foram recuperadas pela Polícia Civil nesta quinta-feira (21). Os animais foram encontrados na cidade de Icó.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), policiais começaram a investigar o caso após ser registrado um boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Iguatu sobre o furto de animais em um sítio na zona rural da cidade.

Os animais foram furtados no dia 7 de outubro deste ano e foram vendidos em seguida. Após buscas, a polícia encontrou o gado em uma propriedade na cidade de Icó.

Ainda de acordo com a SSPDS, o suspeito que furtou os animais já foi identificado e a polícia faz buscas para prendê-lo. (Do G1-CE)

Segunda parcela do décimo terceiro começa a ser paga na próxima segunda-feira, 25

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deposita, na próxima segunda-feira, a segunda parcela do décimo terceiro salário, juntamente com a competência 11/2019, no período de 25 de novembro a 06 de dezembro, conforme calendário de pagamento de benefícios.

Quem quiser consultar o valor a receber, o contracheque já está disponível no Meu INSS, no Extrato de Pagamento de Benefício.

A segunda parcela do 13º salário é paga a todos os beneficiários da Previdência Social, sejam estes aposentados, pensionistas, titulares de auxílio-doença, de auxílio-reclusão, entre outros. Porém, por lei, não têm direito ao 13º salário os seguintes benefícios: amparo previdenciário do trabalhador rural, renda mensal vitalícia, auxílio-suplementar por acidente de trabalho, pensão mensal vitalícia, abono de permanência em serviço, vantagem do servidor aposentado pela autarquia empregadora, salário-família e amparo assistencial ao idoso e ao deficiente.

Aposentados e pensionistas, em sua maioria, recebem 50% do valor do benefício antecipados em setembro e a segunda parte em dezembro. A parcela corresponde à metade do valor correspondente ao salário de benefício.

Do Repórter Ceará

Gugu Liberato, um dos maiores nomes da TV brasileira

Gugu Liberato, um dos maiores nomes da TV brasileira, morreu aos 60 anos em Orlando, nos Estados Unidos, anunciou nesta sexta-feira (22) a sua assessoria de imprensa. Ele estava internado desde quarta-feira (20) em um hospital da cidade, depois de sofrer uma queda em casa e bater a cabeça.

A morte encefálica foi confirmada pelo médico Guilherme Lepski, neurocirurgião brasileiro chamado pela família, segundo o comunicado (leia a íntegra abaixo). Lepski chegou a Orlando nesta sexta.

Ele diz que Gugu voltou de viagem à Ásia na própria quarta. Ao subir ao sótão, para verificar o ar-condicionado, pisou em uma área feita de gesso (drywall) e caiu no chão da cozinha, de uma altura de quatro metros.

Com a queda, bateu a cabeça e sofreu uma fratura na têmpora direita.

Informações sobre o traslado do corpo para o Brasil, velório e sepultamento não haviam sido divulgadas até a última atualização desta reportagem.

Doador de órgãos
Um dos motivos para a demora no traslado é que, segundo a família, Gugu expressou em vida o desejo de ser doador de órgãos. Só depois desse processo que o corpo será levado para o Brasil.

Nota divulgada pela família, amigos e colegas fala sobre a morte do apresentador. Leia o trecho final:

“Gugu sempre refletiu sobre os verdadeiros valores da vida e o quão frágil ela se revela. Sua partida nos deixa sem chão, mas reforça nossa certeza de que ele viveu plenamente”.
Gugu foi um dos principais apresentadores da TV do Brasil. Entre 1981 e 2003, foi destaque no SBT no comando de programas de auditório que foram sucessos na época, como “Viva a noite” e “Domingo legal”. Em 2009, assinou contrato com a TV Record, onde continuou a atuar como apresentador.

Ao longo da carreira, iniciada aos 14 anos, como auxiliar de produção de Silvio Santos, que na época tinha um programa na TV Globo, trabalhou ainda como empresário, cantor e ator. (Do G1)

Wanna go fast?!? SPEED Acid digestion!

I’m going to start off by admitting I mostly moved this paper up the blogging queue so I would have excuses to put more Ricky Bobby quotes on this blog.  However, there are clearly some jewels in here. It might seem off topic, but — THERE ARE MICROBIOME STANDARDS FROM ATCC!!! — and they use one for the gut microbiome in this study. I’ve written a lot of commercial groups that do genetics microbiome standards to see if they had anything for proteomics and I’ve been ignored. Probably because everyone in the world but me knows that ATCC has already locked up that market? Great. I hear they make good standards and it looks to me like they’ll be perfect for metaproteomics and metabolomics. 
With the dozens (hundreds?) of sample prep methodologies out there, why would you use this one? Cause…

…that was a joke…

SPEED isn’t a crazy fast digestion method like FLASH or sTRAP (which can be killer fast, if you want to use it that way — I’ve noticed it used slower in the literature, because our typical overnight digestion can be pretty darned convenient). The goal here appears to be to minimize sample handling, because that should always be our goal.

I stole the overview of the method as the top image in the post and it should expand if you click it. I really really like one part of it. The turbidity measurement for protein concentation. <1 minute to know what my protein concentration is? Now…that being said….I've not found nanodrop to be the most accurate way of measuring proteins and turbidity seems even a step back from that. (As always, please keep in mind I'm not good very good at sample prep and my decreasing vision and hand eye coordination aren't exactly helping (thanks sensescence! you're the best!). If that is linear and sensitive, that would save a lot of time.

Here, microwave digestion is used as a first step for the hardest of samples (10 seconds for gram positives with an 800W microwave [Much less time than you’d need for Shake ‘n Bake. Yes. That just happened]) it isn’t used as the ultimate digestion method. Trypsin is still employed as the final digestion reagent.

The authors are quick to point out that while this method has some great pluses — like no detergents, there are some obvious concerns —

— they look at phosphorylations in this study.

How’s it do? On the microbiome standard it appears to outperform iST by a lot and even beats STrap. If you’d like to check out the data it has been uploaded to ProteomeXchange as PXD011189, but hasn’t been made live yet.

Hey authors! This is two papers in one weekend. Don’t forget to tell the repositories when you’re papers get accepted so all us nosy people can actually start digging through them.

Do we have a new number 1 digestion method? I’d like to see more data from other people before thinking this beats the current number 1 (which I’d call STrap right now).

And you know you can’t have 2 number 1s — cause then you’d have 11.

Salário mínimo em 2020 será menor do que o previsto

O salário mínimo em 2020 deve ficar menor que as projeções inicialmente divulgadas pelo governo federal. A previsão é que o valor seja de R$ 1.030. O Orçamento do ano que vem encaminhado ao Congresso Nacional previa que o piso nacional fosse de R$ 1.039.

A diferencia é explicada por uma previsão menor de inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado pelo IBGE, que costuma reajustar os salários. A previsão oficial do governo caiu de 4,02% para 3,26%, em um documento divulgado há duas semanas. Com isso, também caiu a previsão de aumento do piso nacional.

Atualmente, o salário mínimo é de R$ 998. Mesmo assim, essa será a primeira vez que o piso, que serve de referência para mais de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de mil reais. (Do Repórter Ceará)

BNB e Sebrae assinam acordo que beneficia micro e pequenas empresas, com aval do Ministério da Economia

O Banco do Nordeste e o Sebrae assinaram acordo de cooperação técnica nesta sexta-feira, 22, com o objetivo de fortalecer os micro e pequenos empreendedores (MPE) da região Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Participaram da solenidade o presidente do BNB, Romildo Rolim; o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Eduardo Diogo; e o secretário do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Gustavo Ene.

Os empreendedores de cerca de 2 mil municípios na área de atuação do BNB serão atendidos por meio de ações coordenadas entre Banco e Sebrae, envolvendo capacitação gerencial e ampliação do acesso ao crédito. Além disso, o acordo prevê soluções de educação financeira, realização de pesquisas conjuntas com segmentos de varejo e de eventos negociais e institucionais.

O secretário do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Gustavo Ene, destacou a importância da parceria. “O Nordeste tem tradição empreendedora. Então é natural que os esforços do Sebrae, aquele que mais entende do micro e pequeno empreendedor e do MEI, sejam somados ao trabalho do Banco do Nordeste, que tem um papel de facilitador do acesso ao crédito para promover o desenvolvimento desses pequenos negócios.”

Para o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Eduardo Diogo, o acordo integrará ações das duas instituições. “Vamos dividir espaços físicos, compartilhar os estudos e pesquisas, criar um grande fórum anual para discutir o desenvolvimento do Nordeste”, afirmou.

O presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, destacou que a parceria celebra convergência de missões. “O Sebrae fazendo seu papel antecedente ao crédito e o Banco ofertando crédito de forma sustentável. Assim, contribuímos para a perpetuidade das empresas. Queremos ser não apenas financiadores, mas também consultores das micro e pequenas empresas. E a gente não faz um trabalho desses sem parcerias. Por isso que estamos efetivando esse acordo, para cumprirmos nossa missão com mais qualidade, com mais assertividade e atendendo melhor os nossos clientes”, disse Romildo.

Além da diretoria do Banco do Nordeste e de superintendentes da área de microcrédito e MPE, também estiveram presentes na solenidade o diretor superintendente do Sebrae da Bahia, Jorge Khoury, os diretores de Administração e Finanças do Sebrae do Ceará e do Piauí, Airton Gonçalves e Júlio César Filho, a gerente do Sebrae de Pernambuco, Catarina Valentin, e o presidente da Federação Cearense das Micro e Pequenas Empresas (Fecempe), Edivaldo Nunes. Representantes das superintendências estaduais do BNB e representantes do Sebrae nos demais estados acompanharam o evento por videoconferência. (Da Ascom)

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